MERCADO MILIONÁRIO

16 de novembro de 2014

Não importa se a economia está em alta ou em baixa, o mercado dos imóveis de luxo na cidade do Rio de Janeiro é sempre animado. Um apartamento com cinco suítes e piscina na varanda, de frente para o mar, na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, posto à venda por R$ 70 milhões (o prêmio da mega-sena nesta semana), recebeu proposta um pouco inferior – logo descartada pelo seu proprietário, para desespero do corretor. Condomínio? R$ 23 mil mensais.

VENDAS FINANCIADAS

16 de novembro de 2014

Pesquisa realizada pelo CRECI/SP, mostrou que a quantidade de imóveis usados negociados com financiamento habitacional, na capital paulistana, subiu de 56,56% em janeiro para 67,12% em julho deste ano. Todos os empréstimos foram feitos por instituições financeiras; com exceção de janeiro de 2014, em todos os outros meses a CEF contratou mais que o conjunto dos demais bancos.

AVALIAÇÃO MELHORADA

16 de novembro de 2014

No final da semana passada, o Morgan Stanley elevou a avaliação do Brasil de underweight (desempenho abaixo da média do mercado) para equal-weight (desempenho em linha com a média de mercado). Como se trata da avaliação de um dos maiores bancos privados norte-americanos, não dá para duvidar. A notícia coincide com a melhora nas vendas imobiliárias, a partir do mês de outubro.

FIANÇA SEM ANUÊNCIA

8 de novembro de 2014

Apesar da união estável ser equiparada pela legislação civil ao casamento pelo regime da comunhão parcial de bens, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que é válida a fiança prestada por um dos conviventes sem a anuência do outro, em contrato de locação. Para o STJ, não há como se saber que um fiador não casado convive em união estável com outrem.

O SALE LEASEBACK

8 de novembro de 2014

Bastante comum nos Estados Unidos, uma operação de “sale leaseback” consiste basicamente na compra de uma propriedade por um investidor, com sua concomitante locação ao próprio vendedor – normalmente por um longo prazo e um bom aluguel. Ao inquilino é garantido o direito de recomprar o imóvel, por um preço prefixado. Um modo interessante de alavancar capital.

PRÉDIOS VERDES

8 de novembro de 2014

O Secovi-SP divulgou que o valor total dos imóveis que reivindicam o selo de construção sustentável, atingiu R$ 16,6 bilhões no ano passado. O valor dos projetos registrados visando receber certificações de obra sustentável, os chamados prédios “verdes”, já atinge 10% do total do PIB de edificações no Brasil, conforme estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young).

INFILTRAÇÕES EM EDIFÍCIOS

8 de novembro de 2014

Problema frequente em condomínios edilícios são as infiltrações e saber-se quem responde por elas. Como regra geral, pode-se dizer que as originadas em colunas ou fachadas, devem ser atribuídas ao condomínio, e as vistas em áreas privativas do apartamento, ao seu proprietário; neste segundo caso, o condomínio, através do seu síndico, pode interferir para solucionar a questão amigavelmente, mas não pode ser parte numa disputa judicial.

PRESCRIÇÃO CONDOMINIAL

8 de novembro de 2014

Apesar das entidades de proteção ao crédito não poderem manter em seus registros informações negativas referentes a período superior a cinco anos, isso não significa que despesas condominiais não pagas tornem-se inexigíveis. Mesmo passados cinco anos, elas podem ser cobradas judicialmente, até o décimo ano do seu vencimento, quando, aí sim, prescrevem.

GOLPE DA AVALIAÇÃO

8 de novembro de 2014

Quando alguém adquire um imóvel na planta, normalmente paga uma pequena parcela do preço durante a construção, com recursos próprios, deixando para quitar a maior parte com empréstimo habitacional, por ocasião da entrega do imóvel pronto. O saldo é corrigido pela inflação e, em certos casos, acrescido de juros remuneratórios. Só. Jamais o comprador será obrigado a pagar o valor da avaliação feita pelo banco financiador, como alguns andam aplicando.

O RENAVAM IMOBILIÁRIO

8 de novembro de 2014

Se nenhuma restrição estiver lançada na sua matrícula, a partir de 7 de novembro um imóvel estará em condição de ser transacionado com segurança; isso porque, caso não haja registro de débitos na matrícula, o comprador será considerado de boa fé. Tudo isso por conta da MP 656, que criou um sistema de concentração de informações, já popularmente chamado de “Renavam dos imóveis”. Há um porém: a implementação do sistema tem um prazo de dois anos para ser concluída.