A CAIXA TAMBÉM PODE PAGAR A CONTA PELO ATRASO NA ENTREGA DO SEU IMÓVEL

Quem compra um imóvel em programa habitacional, acredita estar protegido por toda uma estrutura – inclusive pela participação da Caixa Econômica Federal no negócio. Mas quando a entrega atrasa, a realidade costuma ser outra: frustração, prejuízo e a dúvida sobre quem realmente deve responder por isso. A Justiça tem deixado claro que a responsabilidade não […]

UM HERDEIRO PODE FORÇAR A VENDA, MAS QUASE NINGUÉM SABE DISSO

Existe uma crença comum de que um imóvel herdado só pode ser vendido com a concordância de todos. Parece justo, mas não é o que a lei estabelece. Quando vários herdeiros dividem o mesmo bem, nenhum deles é obrigado a permanecer preso a uma decisão coletiva que nunca chega. O direito não tolera a imobilidade […]

QUANDO UM COMPRADOR DECIDE ROMPER O CONTRATO, AS COBRANÇAS NÃO PODEM CONTINUAR

Em contratos imobiliários, a decisão de desistir do negócio costuma vir acompanhada de um receio imediato: continuar acumulando dívidas enquanto a situação é discutida na Justiça. No entanto, o entendimento jurídico tem evoluído para evitar esse tipo de prejuízo ao comprador. Quando há manifestação clara de interesse em rescindir o contrato, a continuidade das cobranças […]

COMPRAR UM IMÓVEL PODE PARECER SIMPLES. ATÉ NÃO SER

Comprar um imóvel costuma ser visto como um grande passo na vida de qualquer pessoa. O problema é que, no mercado imobiliário, decisões apressadas costumam cobrar um preço alto depois. Golpes, documentos irregulares e promessas vazias não aparecem de forma explícita — eles se escondem justamente naquilo que o comprador ignora ou confia sem verificar. […]

O IMÓVEL CONTINUA SENDO UM ATIVO — MAS AS REGRAS MUDARAM

A reforma tributária alterou profundamente o modo como imóveis devem ser analisados do ponto de vista patrimonial. O que antes era visto apenas como bem de segurança ou fonte de renda previsível, passou a exigir leitura estratégica. As mudanças já em vigor afetam diretamente proprietários, investidores e locadores, mesmo quando ainda não são plenamente percebidas. […]

QUANDO O PATRIMÔNIO MUDA DE DONO PARA FUGIR DA DÍVIDA

Durante muito tempo, acreditou-se que a fraude à execução só existia quando o cartório registrava a penhora no imóvel. Essa leitura excessivamente formal criou um terreno fértil para estratégias patrimoniais que, embora aparentemente lícitas, tinham um único objetivo: afastar bens do alcance dos credores. O problema nunca esteve na falta de documentos, mas na tentativa […]