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Notas do Mercado Imobiliário – 17 a 23 de março de 2014

15 de Março de 2014
  • COISAS BRASILEIRAS A Assembleia Legislativa do Mato Grosso pode aprovar um projeto polêmico, tornando obrigatória a inclusão do nome do corretor de imóveis nas escrituras públicas e nos contratos de mútuos habitacionais. Não está claro como essa exigência poderia ser cumprida pelos tabelionatos e pelos bancos, nem como ficariam aquelas transações nas quais nenhum corretor participou.
  • ENCARGOS TRIBUTÁVEIS O Superior Tribunal de Justiça manteve decisão do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, que incluiu na base de cálculo do PIS e da Cofins os valores relativos a juros e correção monetária provenientes de contratos de venda de imóveis. O STJ entendeu que juros e correção monetária são receitas financeiras ligadas diretamente às operações de venda de imóveis, realizadas por empresas cujo objetivo social seja esse.
  • RESIDÊNCIAS EM ALTA Levantamento do Secovi-SP indica que em janeiro, na cidade de São Paulo, a venda de imóveis residenciais novos cresceu 21,5%, na comparação com o mesmo mês do ano passado. No acumulado de 12 meses (fevereiro de 2013 a janeiro de 2014), o crescimento foi ainda maior: 25,3%. Para a entidade, o volume de vendas em 2014 deverá ficar estável na comparação com 2013.
  • 100.000 APARTAMENTOS Somente no triênio 2011/2012/2013, a capital paulista recebeu 103.094 novos apartamentos. Destes, 68% possuíam uma área inferior a 70 m², 22% tinham de 70 m² a 109 m² e 10% eram maiores que 110 m². As unidades de dois dormitórios predominaram com 48% do total, seguidas das de três dormitórios com 27%, das de um dormitório com 17% e das de quatro dormitórios com 8%.
  • CONSELHOS DE MAGO O megainvestidor americano Warren Buffett deu dois conselhos a investidores de todos os portes: 1º) Você não precisa ser um expert para atingir níveis de retorno satisfatórios em seus investimentos; 2º) Foque na produtividade futura do ativo que você está considerando. Nas duas transações imobiliárias citadas por Buffett para embasar seus conselhos, ele estimou um retorno de meros 10%. Se fosse no Brasil, os negócios não sairiam.
  • MARKETING NA COPA – I Alerta para quem não sabe: de acordo com a Lei nº 12.663/12 (Lei Geral da Copa), ninguém pode usar para fins publicitários os seguintes termos: 2014 FIFA World Cup Brazil, 2014 FIFA World Cup, FIFA World Cup, FIFA, World Cup, 2014 World Cup, World Cup 2014, Brazil 2014, 2014 Brazil, Football World Cup, Soccer World Cup, Copa 2014, Copa do Mundo, Mundial 2014, Mundial de Futebol Brasil 2014 e Copa do Mundo 2014.
  • MARKETING NA COPA – II Mas não é só. Também ficam proibidos o uso dos nomes das cidades-sede em conjunto com o ano 2014 (ex. Rio 2014; São Paulo 2014 etc.), a divulgação de link ao site da Fifa, promoções oferendo ingressos para jogos ou relacionadas com os resultados das partidas, logomarcas de particulares em tabelas de jogos e utilização dos logotipos oficiais da Copa para qualquer finalidade.
  • EXCLUSIVIDADE EM CHEQUE Levantamento realizado por uma rede de imobiliárias com anunciantes de um portal imobiliário, revelou que nada menos que 82% deles não tinham interesse em conceder exclusividade do seu imóvel a uma imobiliária. Principais motivos: não enxergam vantagem no fato da oferta ficar limitada a apenas uma corretora e acreditam que a exclusividade reduz o número de potenciais clientes.
  • AINDA O FGTS Como o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço em financiamentos imobiliários é cheio de regras, as pessoas empregadas com carteira assinada não podem esquecer essa: a cada período de dois anos, elas podem utilizar seu FGTS para abater o saldo devedor do empréstimo. Vale lembrar que no Fundo o dinheiro tem a pior remuneração do mercado: 3% ao ano, mais TR.

 

Notas do Mercado Imobiliário – 3 a 9 de fevereiro de 2014

31 de Janeiro de 2014
  • CENTROS COMERCIAIS Para quem ainda acredita que a oferta imobiliária é grande na área comercial, aqui vai uma informação relevante: considerado todo o País, temos apenas 4 m² de centros comerciais por habitante. Um número baixíssimo, se comparado com os EUA, onde a relação é de 187 m² por habitante. Até Portugal nos ganha de goleada, com 27 m² por habitante. E na sua cidade, como andam os centros comerciais?
  • REGIMENTO INTERNO Esclarecendo dúvidas sobre o quórum necessário para a alteração do regimento interno de um condomínio: se esse instrumento fizer parte integrante da convenção, o quórum será de dois terços; caso contrário, ou seja, se o regimento estiver em um documento à parte, poderá ser alterado inclusive pela maioria simples dos condôminos presentes a uma assembleia geral.
  • REAJUSTE DE ALUGUÉIS Muitos contratos de locação têm o Índice Geral de Preços de Mercado como indexador, mas o IGP-M não é, assim como nem nenhum outro, o indexador “oficial” das locações. Por lei, os aluguéis podem ser reajustados por qualquer índice que reflita “a variação dos custos de produção ou dos insumos utilizados nos contratos de prazo de duração igual ou superior a um ano”, o que inclui o INPC, o IPCA e o IPC e exclui o INCC e o CUB.
  • INSEGURANÇA DÁ PREJUÍZO Uma concentração de imóveis gradeados ou murados, é indicativo de falta de segurança numa área qualquer; se a essas defesas são acrescentados cercas eletrificadas, câmeras de vigilância, sensores e alarmes, pode-se afirmar que os moradores estão com medo. Disso resulta que ou os preços caem e/ou diminui o número de interessados nos imóveis da região. Num país como o Brasil, até o patrimônio imobiliário acaba vítima da insegurança.
  • HORA DO DIMOB Aproxima-se o momento em que todas as imobiliárias, construtoras e incorporadoras do País terão que entregar à Receita Federal a Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias. Continua sendo exigido o uso de certificado digital para a transmissão da Dimob, e as multas são pesadas para quem deixar de apresentar o documento.
  • COISA DE BRASILEIRO Pode parecer surpreendente, mas no Brasil é assim mesmo. Estudo feito pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica, mostra que 83% dos compradores primeiro escolhem o imóvel que irão adquirir, para só depois verificar como o financiamento vai caber no seu bolso. Apenas 17% dos adquirentes pensam primeiramente no valor do empréstimo e na prestação que terão que pagar.
  • CUSTO BRASIL Somente o que os economistas chamam de “custo Brasil” pode explicar a razão de um apartamento simples de 100m², mesmo localizado numa região valorizada da cidade de São Paulo, ter preço superior a R$ 1,2 milhão. Na maioria das principais cidades do Primeiro Mundo, cuja renda per capita é superior à paulistana, isso é muito dinheiro para um imóvel comum.
  • EXCLUSIVIDADE: SIM OU NÃO? Como a exclusividade nas transações imobiliárias vem sendo cada vez mais contestada – com sucesso – nos tribunais, cresce a discussão sobre uma mudança na regra. Uma alternativa que ganha corpo, propõe que comprador e vendedor não devem ser atendidos pelo mesmo corretor, evitando-se assim que ele defenda interesses conflitantes e ampliando o mercado de trabalho.
  • CAIXA LIDERA A Caixa econômica Federal fechou 2013 batendo um novo recorde na área dos financiamentos imobiliários: foram quase R$ 135 bilhões, distribuídos por mais de 1,9 milhão de contratos. Nos últimos três anos, apenas a CEF já concedeu mais de R$ 300 bilhões em empréstimos habitacionais, com uma inadimplência de aproximadamente 1,5%. De dar inveja.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 11 a 17 de novembro

10 de novembro de 2013
  • FUNDOS IMOBILIÁRIOS Quem pretende investir em um fundo imobiliário, precisa verificar qual a sua liquidez e a média dos rendimentos pagos no último ano. A primeira informação apontará o grau de dificuldade no resgate da aplicação e a segunda dirá qual a renda mensal que o fundo (provavelmente) pagará no futuro. Como sempre, as melhores taxas são encontradas nas aplicações mais arriscadas.
  • PATRIMÔNIO QUITADO Pois ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos brasileiros é boa de poupança. Ao menos no que diz respeito à casa própria. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE) mostra que mais de 70% dos domicílios próprios existentes no País já foram pagos pelos seus proprietários. Um cenário indicativo de desenvolvimento econômico.
  • CRESCIMENTO GARANTIDO Para os economistas, a demanda por imóveis seguirá em escala ascendente. Baixo desemprego, rendimentos em alta, um crescente número de consumidores e crédito disponível garantirão a expansão do mercado imobiliário nos próximos anos, sem qualquer risco de bolha imobiliária. Uma conclusão bem posta, se mantidas as suas premissas.
  • DESCRENTES DA INTERNET É claro que ninguém – ao menos ninguém de sã consciência – compra um imóvel pela internet. Porém, há dados mostrando que um significativo número de transações imobiliárias tem origem on line. Como esse número aumenta a olhos vistos, é espantoso que ainda existam intermediários que não tem e-mail ou não abram seu correio eletrônico. Equivale a não ter telefone ou ter e não atendê-lo.
  • CUIDADO COM AS SIGLAS Muita gente boa ainda comete sérios enganos na hora de explicar o significado de algumas siglas muito utilizadas no mercado imobiliário, fato que tende a comprometer a credibilidade do corretor ou da imobiliária. Um dos erros mais comuns é com o INCC, apurado pela Fundação Getúlio Vargas, que significa Índice Nacional de Custo da Construção e não Índice Nacional da Construção Civil.
  • VALIDADE DE PROCURAÇÃO Alguns bancos exigem que os mandatos outorgados por instrumentos públicos a procuradores encarregados de vender ou comprar imóveis, sejam refeitos anualmente, ou até mesmo em menor prazo. É exigência sem base legal. Quando muito, pode-se exigir do mandatário um documento passado pelo tabelionato onde a procuração foi lavrada, confirmando sua validade.
  • JUDICIÁRIO EM CHEQUE Mais de dois terços dos executivos – incluindo os imobiliários – ouvidos na pesquisa Panorama Global dos Negócios, disseram estar otimistas com a nossa economia, mas pessimistas com o Judiciário brasileiro. Eles consideram nossa Justiça um fator de risco significante ou muito significante, devido às incertezas que existem sobre os procedimentos legais e à ruindade dos julgamentos.
  • RESPONSABILIDADE CIVIL Aliás, o Judiciário vem decidindo que corretores e imobiliárias são solidariamente responsáveis com as incorporadoras e construtoras pelas perdas e danos devidos a compradores. Atraso na entrega das chaves e defeitos nos imóveis são os problemas que mais têm gerado indenizações. Aí está outro fator de preocupação para os intermediários.
  • ABONO CONDOMINIAL A discussão sobre a validade do abono pontualidade na cobrança de despesas condominiais, vem sendo resolvida positivamente pelos tribunais. Até o próprio Superior Tribunal de Justiça recentemente admitiu que o desconto concedido a condôminos, para o pagamento antecipado de quotas condominiais, não pode ser encarado como multa disfarçada, mas sim como um estímulo à quitação antecipada.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 4 a 10 de novembro

3 de novembro de 2013
  • MÃO DE OBRA De acordo com a CBIC, entre os anos de 2006 e 2012, dobrou o número de pessoas contratadas pela indústria da construção civil com carteira assinada, chegando a 3 milhões de trabalhadores. No período de 2007 a 2012, os empregados do setor tiveram um aumento médio de 66% na sua remuneração; os salários dos mestres de obras tiveram o maior crescimento: 81%.
  • NEGÓCIO SEGURO Para os investidores, a segurança do negócio é o item mais importante quando optam por aplicar no mercado imobiliário. Logo após, vem a expectativa de rentabilidade e o aumento do patrimônio pessoal. Dois terços dos entrevistados em pesquisa efetuada pela Lopes, disseram que pretendem adquirir dois ou três imóveis como investimento durante a vida.
  • DÍVIDAS CONDOMINIAIS Quem compra uma unidade autônoma num edifício, passa automaticamente a integrar o respectivo condomínio. Nessa condição, também fica responsável pelo pagamento proporcional de eventuais dívidas que o condomínio haja assumido – especialmente as de origem trabalhista -, mesmo que anteriormente à aquisição. Um exame da contabilidade condominial esclarece a questão.
  • DINÂMICA DAS LOCAÇÕES A estrutura das sociedades está em grande mutação, com a geografia familiar sofrendo profundas alterações. Como as moradias passaram a ser espaços compartilhados por diferentes tipos de famílias e precisam respeitar essa nova forma de vida em grupo, o mercado de locações deverá ser mais dinâmico no futuro, até mesmo em virtude da maior mobilidade das pessoas.
  • MAIS POUPANÇA Contrariando as previsões, a diferença entre depósitos e saques na poupança, em setembro, foi positiva em mais de R$ 5 bilhões. Foi o melhor resultado para o mesmo mês nos últimos 19 anos. Como o dinheiro da poupança é a principal fonte de recursos do crédito imobiliário, e até pouco tempo atrás os empréstimos superavam de longe as captações, muito economistas previam que já em 2014 faltaria dinheiro para o crédito imobiliário. Erraram. Vai sobrar grana.
  • CRÉDITO FIRME Nos primeiros nove meses de 2013, o crédito imobiliário com recursos da poupança (SBPE) já chegou perto dos R$ 80 bilhões, financiando a transação de aproximadamente 390.000 imóveis por todo o País. Isso significa 35% a mais em dinheiro e 16,5% a mais em imóveis que em 2012. Pleno emprego e renda em alta continuarão a impulsionar essa modalidade de mútuo durante os próximos anos.
  • PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que altera normas para as incorporações imobiliárias, tornando obrigatório, para certas empresas, o uso do patrimônio de afetação. Por esse sistema, os bens relacionados ao empreendimento a ser construído são separados do patrimônio da incorporadora, tornando as transações mais seguras para os compradores. Atualmente, a utilização do patrimônio de afetação é facultativa.
  • HAJA IMÓVEL De acordo com pesquisa do Instituto Data Popular, oito em cada dez famílias brasileiras, ou cerca de 8 milhões de pessoas, pretendem comprar um imóvel nos próximos dois anos. Não foi a toa que o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos da poupança somou R$ 9,16 bilhões em setembro, 32% a mais que em setembro do ano passado.
  • PREMIAÇÃO GAÚCHA O CRECI do Rio Grande do Sul, em parceria com o portal Pense Imóveis, lançou premiação destinada a reconhecer os destaques do mercado regional, entre corretores de imóveis e imobiliárias. Com o patrocínio da Melnick Even, Nex Group e Rossi, mais o apoio da FGV e da Decision Business School, serão premiadas nove categorias, em 27 de agosto de 2014.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 28 de outubro a 3 de novembro

27 de outubro de 2013
  • USADOS EM ALTA Após dois meses de queda, as vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo avançaram 28,2% em agosto, ante o mês de julho. No acumulado de janeiro a agosto, a alta foi de 53,5%.Cerca de metade das transações foram realizadas à vista e a outra metade através de financiamentos. Nos últimos doze meses, os preços desses imóveis subiram aproximadamente 15%.
  • LANÇAMENTOS EM BAIXA Já no Rio de Janeiro, o número de lançamentos teve um recuo de 30% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2012, dando sinais de estabilidade. Computando-se os meses de janeiro até setembro, foi registrada uma queda de 9% ante o ano passado, apesar do Valor Geral Lançado (VGL) ter mostrado um crescimento de 8%.
  • SALAS EM DESTAQUE Depois do boom dos imóveis residenciais, parece ter chegado a vez das salas destinadas a escritórios e consultórios. Nas capitais do Sul e do Sudeste, boa parte dos grandes lançamentos já está direcionada para esse tipo de imóvel – que vem fazendo falta ao mercado. Os grandes jornais e a internet estão aí para comprovar. Claro que aqui o público é outro, onde o financiamento bancário é secundário.
  • PASSOU DO MILHÃO Conforme o oitavo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), o Programa Minha Casa, Minha Vida – Fase 1 entregou 1.320.000 casas até o mês de agosto de 2013, beneficiando cerca de 4.600.000 brasileiros. Foram 461.000 moradias na região Sudeste, 325.000 no Nordeste, 320.000 no Sul, 162.000 no Centro-Oeste e 51.000 no Norte.
  • IPTU x ITBI A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o valor adotado pelo município para apuração do Imposto Predial e Territorial Urbano, não serve para o cálculo do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis. A polêmica surgiu quando o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que o valor usado no ITBI não poderia ser diferente do utilizado para fins de IPTU.
  • SONHO BRASILEIRO Pesquisa levada a cabo em 27 capitais, indica que 30% dos brasileiros sonha adquirir a casa própria ou ao menos reformar e mobiliar a moradia já existente. Em relação à expectativa de realizar esse sonho, nada menos que 93% dos entrevistados mostraram-se otimistas. O levantamento também mostrou que, para 40% do público, a publicidade desperta o desejo de consumo.
  • BOLHA, AGAIN Como normalmente ocorre no mundo da economia, quando alguém afirma uma coisa, logo surge outro projetando o contrário. Agora, é o conhecido Richard Rytenband quem desdiz o Prêmio Nobel Robert Shiller, afirmando não só que o surgimento de uma bolha imobiliária no Brasil é inviável, como se o problema acontecesse seria uma boa oportunidade para os investidores se alavancarem.
  • AS MAIS CARAS Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 cidades mais caras do mundo, quando o assunto são valores imobiliários. Entretanto, nossa Capital Federal, a cidade mais cara do Brasil, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo. E nenhuma das nossas cidades está entre as vinte com os preços mais salgados.
  • PATRIMÔNIO QUITADO Pois ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos brasileiros é boa de poupança. Ao menos no que diz respeito à casa própria. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, mostrou que mais de 70% dos domicílios próprios existentes no País já foram pagos pelos seus proprietários. Um cenário indicativo de desenvolvimento econômico.

 

 

 

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 21 a 27 de outubro

20 de outubro de 2013
  • VENDAS EM DECLÍNIO Embora as vendas de imóveis novos tenham crescido em 2013 no Rio de Janeiro e em São Paulo, em outras sete capitais brasileiras a tendência foi inversa. Isso seria um reflexo da mudança de estratégia adotada pelas maiores construtoras brasileiras, que após terem feito muitos lançamentos em diversas partes do País, agora estão voltando a focar nos mercados carioca e paulista.
  • RESIDÊNCIAS EM ASCENSÃO Foram as operações com residências que fizeram São Paulo e Rio de Janeiro registrar alta de 40% e 8%, respectivamente, nas vendas de imóveis novos, na comparação entre os primeiros semestres de 2012 e 2013. Na outra ponta, Ceará (32%), Minas Gerais (16%) e Goiás e Pernambuco (9%), registraram as retrações mais acentuadas em todo o País.
  • BOLHA IMOBILIÁRIA O tema voltou novamente à baila depois que o Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, avaliou que poderia haver uma bolha imobiliária em formação no País. Porém, o crédito imobiliário no Brasil representa apenas 7,5% do PIB e o crescimento dos preços dos imóveis, nos últimos cinco anos, é consequência de um mercado estagnado há muito tempo, aliado ao crescimento da renda da população e ao déficit habitacional. Podemos dormir tranquilos.
  • NOVO PMCMV O Governo Federal está programando o lançamento da terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida para 2015, a ser executado depois das eleições presidenciais de 2014. Na primeira fase, foram contratadas 1.000.000 de moradias e agora, na segunda fase, há a previsão de mais 2.750.000 casas próprias. No total, o PMCMV já contratou 2,9 milhões imóveis até hoje.
  • SUDESTE MAIS CARO De acordo com os últimos dados divulgados pelo IBGE, a região brasileira onde a construção custou mais caro, no mês de setembro, foi a Sudeste. Em seguida, vieram as regiões Sul, Norte e Centro-Oeste. O Nordeste foi a região mais barata. Apesar disso, na comparação com o mês de agosto, os preços subiram mais no Norte e menos no Centro-Oeste.
  • MAIORES VALORIZAÇÕES Segundo o Agente Imóvel, Curitiba (22%) e Rio de Janeiro (20%) foram as capitais brasileiras onde o preço do metro quadrado dos imóveis residenciais usados mais se valorizou nos últimos doze meses. Em seguida, vem as cidades de Porto Alegre (14%), São Paulo (12%) e Brasília (10%). O metro quadrado mais caro está na Capital Federal, com a média de R$ 9.111,00.
  • MANTRA MUNDIAL Não importa se o mercado está aquecido ou desaquecido, os investidores sempre estão atrás dos bons imóveis. Não por outro motivo, construtoras e incorporadoras buscam respeitar em seus empreendimentos o mundialmente famoso mantra: ponto, projeto e preço. Afinal de contas, são os famosos “3P” que determinam a liquidez e o lucro na revenda de um imóvel e o valor da sua locação.
  • COMPACTOS SÃO MAIORIA Conforme o Secovi-SP, os apartamentos compactos – assim considerados aqueles com até 65 metros quadrados – foram os mais negociados em São Paulo, no primeiro semestre. As transações envolvendo esse tipo de imóvel, representaram quase dois terços de todas as negociações ocorridas na capital paulista. Uma clara comprovação de que o preço ainda é o maior estímulo à compra.
  • DIVÓRCIO COM IMÓVEL Muitos casais que só tem um imóvel quando se divorciam ou se separam, acreditam que basta o Judiciário atribuir o bem a um ou a outro cônjuge para que ele passe automaticamente a pertencer ao favorecido. Não é verdade. Para que isso aconteça, é necessário o pagamento do imposto de transmissão e o encaminhamento da decisão judicial a registro no Ofício Imobiliário.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 14 a 20 de outubro

13 de outubro de 2013
  • DESTAQUE PARA 1D Pesquisa da Embraesp e do Secovi-SP mostra que a participação percentual dos apartamentos de um dormitório, no total de unidades vendidas em São Paulo, no período janeiro a agosto, subiu de 9,5% em 2012 para 24,7% em 2013. Isso que o preço do metro quadrado das melhores economias desse tipo (R$ 11.445,00) é 40% superior à média da cidade (R$ 8.159,00).
  • INVESTIDORES NAS COMPRAS Uma das explicações para a boa aceitação pelo mercado, de unidades com um dormitório, é a grande participação de investidores na compra desses apartamentos, para fins de aluguel. Assim como em São Paulo, apartamentos pequenos, salas comerciais e lojas são o alvo preferido de locadores na maioria das regiões brasileiras.
  • REDUÇÃO DE ÁREAS Não surpreende que levantamento realizado aponte que o tamanho médio de um apartamento paulistano tenha passado de 110 m² em 2006 para 71,6 m². É que, com a alta do preço do metro quadrado verificada nos últimos anos, uma das saídas encontradas pelas construtoras para manter os preços sob (algum) controle, foi a redução das áreas das economias.
  • MERCADO DO LUXO Apesar do crescimento da economia estar aquém das expectativas, o mercado de luxo segue em alta. As vendas nesse segmento devem crescer cerca de 12% em 2013, puxadas pelo crescimento da riqueza no País. Dentre os produtos luxuosos com melhor aceitação, estão os imóveis diferenciados situados em bairros nobres das capitais.
  • VENDAS CRESCENTES Resultado surpreendente foi o volume das vendas dos lançamentos residenciais em São Paulo, no mês de agosto: nada menos que o terceiro maior da história – uma alta de 86% na comparação com 2012. Também no acumulado de 2013, as vendas já aumentaram 46% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • REGRAS DO FGTS Quem pretende usar recursos do FGTS para a aquisição de uma moradia, já de olho no novo teto, precisa se enquadrar em três regras básicas: não pode ter nenhum financiamento imobiliário em qualquer lugar do País, não pode ser proprietário de outro imóvel residencial no mesmo município (ou região metropolitana), e deve estar trabalhando há mais de três anos, com carteira assinada, sob o regime do FGTS.
  • USO DO FUNDO Ainda sobre o FGTS: o participante pode usar o saldo existente na sua conta para pagar total ou parcialmente o preço de um imóvel residencial, pronto ou em construção; para diminuir o valor das prestações de um financiamento ou consórcio imobiliário, e para amortizar ou quitar o saldo devedor de um mútuo ou consórcio habitacional.
  • CERTIDÃO DE MATRÍCULA Não pode haver nenhuma dúvida que a certidão da matrícula do imóvel, com negativa de ônus (válida por 30 dias), expedida pelo Registro Imobiliário competente, é o mais essencial de todos os documentos necessários à segurança de uma operação de compra e venda. Ele é o único que pode demonstrar qual a verdadeira situação jurídica atualizada do imóvel.
  • PMCMV EM ALTA O número de imóveis contratados entre janeiro e agosto deste ano, com recursos do Minha Casa, Minha Vida, alcançou 620.910. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o programa encerrará 2013 com um resultado melhor que o alcançado em 2012, quando foram contratadas 818.331 moradias. Segundo o Governo Federal, 2014 será ainda melhor.

 

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 7 a 13 de outubro

6 de outubro de 2013
  • SFH COM NOVO TETO – I Quem quiser comprar imóvel através do Sistema Financeiro da Habitação – que oferece taxas mais atrativas e a possibilidade de uso do FGTS -, já pode financiar valores maiores. O Conselho Monetário Nacional aumentou o valor máximo dos imóveis que podem ser adquiridos por meio do SFH de R$ 500 mil para R$ 650 mil. Em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal, o teto passou para R$ 750 mil.
  • SFH COM NOVO TETO – II O novo limite fará com que muitos imóveis cujo preço de mercado é superior a meio milhão de reais, possam ser financiados. Em São Paulo, para se ter uma ideia, com o teto de R$ 750 mil o percentual dos imóveis que ficam fora do SFH baixa de 43,3% para apenas 23,5%. Quem pretende se valer do empréstimo precisa se recordar, porém, que a avaliação do preço do imóvel pelo banco financiador só ocorre na época da contratação do mútuo, não antes.
  • SFH COM NOVO TETO – III O Conselho Monetário Nacional limitou o valor dos mútuos habitacionais a 90% do preço do imóvel, se a contratação for feita pelo Sistema de Amortização Constante (SAC); nos demais casos, o limite é de somente 80%. Vale lembrar que, pelas regras do Banco Central, 65% do saldo das cadernetas de poupança deve ser direcionado pelos bancos ao crédito imobiliário.
  • CEM BILHÕES NA CEF – I A Caixa Econômica Federal superou a marca dos R$ 100 bilhões em contratações de mútuos imobiliários de janeiro a setembro de 2013. Esse valor é 35,4% superior aos R$ 74 bilhões em financiamentos contratados no mesmo período de 2012, e já corresponde a 94% do total do crédito imobiliário concedido pela CEF durante todo o ano de 2012.
  • CEM BILHÕES NA CEF – II Os empréstimos destinados à compra de imóveis novos montaram a R$ 64,5 bilhões, enquanto que o crédito para a aquisição de imóveis usados atingiu R$ 35,5 bilhões. Do total contratado, R$ 59,6 bilhões foram destinados aos financiamentos para aquisição ou construção de imóveis por pessoas físicas, ao passo que R$ 40,4 bilhões foram negociados com empreendedores.
  • CEM BILHÕES NA CEF – III A idade dos tomadores de crédito imobiliário tem diminuído com o passar dos anos. De acordo com a CEF, entre todos os seus mutuários 44% têm menos de 35 anos de idade; porém, nos contratos celebrados apenas neste ano, tal porcentual sobe para 57%. A meta da CEF é chegar ao final de 2013 com R$ 130 bilhões em empréstimos imobiliários assinados.
  • MERCADO EM ALTA – I De janeiro a agosto as vendas de imóveis novos em São Paulo foram 45,8% maiores do que no mesmo período do ano passado – sendo que o mês de agosto registrou o terceiro maior volume de vendas na comparação com o mesmo mês, na série histórica da pesquisa realizada pelo Secovi-SP. O destaque ficou com os apartamentos de 2 dormitórios (44,4% dos negócios).
  • MERCADO EM ALTA – II Segundo o Secovi-SP, em agosto de 2013, em São Paulo, foram negociados 86,2% mais imóveis do que no mesmo mês de 2012, e 106,9% a mais do que em julho deste ano. Para a entidade, o aumento do limite de crédito dos financiamentos imobiliários com recursos do SHF/FGTS, poderá fazer com que as vendas se expandam ainda mais no último trimestre.
  • MERCADO EM ALTA – III Comparando os meses de agosto de 2012 e 2013, a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança constatou uma elevação de 27,7% no volume dos empréstimos habitacionais para a construção e aquisição de imóveis, só com recursos das cadernetas de poupança. No acumulado dos primeiros oito meses do ano, os financiamentos superaram em 35,6% os contratados no mesmo período do ano passado.

 

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 30 de setembro a 6 de outubro

29 de setembro de 2013

 

  • CRÉDITO EM ALTA O crédito imobiliário deve chegar a 10% do PIB brasileiro até 2017. Para que esse crescimento não ofereça riscos à economia, é necessário manter o LTV – a razão entre o valor do financiamento e o valor do imóvel – no máximo em 80% (atualmente é 64%). Isso porque, é importante que o comprador compareça com algum dinheiro e que mostre planejamento e comprometimento com o imóvel adquirido.
  • FINANCIAMENTOS DA CEF A CEF confirmou que o volume estimado ao financiamento imobiliário no acumulado deste ano, até a primeira quinzena de setembro, atingiu R$ 95 bilhões, o que mantém em 40% a alta sobre igual período de 2012. A Caixa avalia que a alta da Selic não deve prejudicar o crédito imobiliário, pois a poupança tem regras específicas e o FGTS não sofre o impacto da Selic.
  • QUOTAS IMOBILIÁRIAS Está crescendo no País o mercado de quotas imobiliárias e hoteleiras. Funciona assim: o investidor compra participação percentual numa edificação destinada à locação, ou em um hotel, e recebe os rendimentos derivados das rendas com aluguéis, descontada a taxa de administração do negócio. Em tempos de rentabilidade financeira baixa, pode ser um bom (e seguro) negócio.
  • REDUÇÃO DE ÁREAS A área útil das economias novas postas à venda na cidade de São Paulo, vêm diminuindo de tamanho com o passar do tempo. Conforme o Secovi-SP, os apartamentos de um dormitório foram os que sofreram maior redução nos últimos dez anos, passando de 52,40 m² para 40,70 m², na média. Em segundo lugar, vêm os apartamentos com quatro quartos, que perderam 6,57% de área.
  • COM 23 M² Está sendo projetado em São Paulo, pela consultoria canadense Life Edited, o menor apartamento do País. Trata-se de uma microquitinete com 23 m², com móveis embutidos, ainda sem preço definido, a ser construída no bairro Vila Olímpia. O conceito minimalista ajudará a construtora a otimizar espaços internos para o máximo de funcionalidade – e lucro.
  • ESTOQUE EQUILIBRADO Para o Secovi-SP, o estoque de imóveis na capital paulista, apesar de superar 17 mil unidades, está equilibrado, já que a média histórica alcança 18,1 mil unidades. Segundo a entidade, no último ano foram licenciados para construção, em São Paulo, 42 mil novas unidades, número um pouco acima da necessidade, estimada em até 35 mil unidades.
  • COMPRANDO NA PLANTA Nunca será demais repetir que a aquisição de um imóvel na planta, deve estar cercada de cuidados muito maiores daqueles que são exigidos nas transações envolvendo imóveis prontos. Portanto, investigar a idoneidade da construtora, verificar o registro da incorporação e analisar detidamente as cláusulas da promessa de compra e venda, são cuidados mínimos que se impõem.
  • NEGÓCIOS ON LINE De acordo com o Google, aproximadamente dois terços do processo de compra de imóveis vem ocorrendo através da internet, e cerca de um terço das vendas registradas em 2012 começaram on line. Ainda segundo o Google, a maioria das construtoras e incorporadoras está bem atrás dos corretores de imóveis no uso das ferramentas digitais, e deverão sofrer com esse atraso.
  • AS PIORES FOTOS O site Tumblr pediu aos seus utilizadores que enviassem as piores fotografias postadas por agentes imobiliários na internet, e reuniu tudo numa página chamada “Terribel Real Estate Agent Photos”. Não faltam dedos na frente das lentes, cômodos que parecem ter sido atingidos por um furacão, e até um fotografo apanhado acidentalmente de cuecas no reflexo de um espelho!

 

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 23 a 29 de setembro

22 de setembro de 2013
  • MÚTUOS AQUECIDOS Para a Sociedade Latino-Americana de Mercado Imobiliário, a procura por financiamentos imobiliários está aquecida no Brasil por conta das boas condições de emprego e renda da população – o que é saudável para a economia, na medida em que esse tipo de crédito gera riqueza e movimenta o Produto Interno Bruto. A inadimplência está inferior a 2%.
  • APENAS 6% DO PIB Estudo realizado pela Bain & Company mostra que a penetração do crédito imobiliário no PIB brasileiro é de apenas 6%, enquanto em outros países este valor é bem superior, alcançando 64% na Espanha e 77% nos EUA. Com base neste indicador, o Brasil ainda tem fôlego para aumentar em muito a penetração do crédito imobiliário, podendo até triplicá-la em cinco anos.
  • MINHA CASA, MINHA VIDA O programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, já financiou cerca de 1.300.000 moradias entregues em todo o Brasil. Outras 1.560.000 casas próprias estão sendo construídas, e mais 890.000 deverão ser contratadas até o final de 2014. Trata-se de um dos maiores planos habitacionais do mundo, destinados à famílias de baixa renda, que deve se mantido nos próximos anos.
  • NÃO HÁ BOLHA Segundo a consultoria Bain & Company, no estudo intitulado “Risco de bolha ou motor de crescimento?”, não existe evidência de bolha imobiliária no País. Além do mais, o levantamento comparou o Brasil com sete países nos quais houve crise imobiliária (Alemanha, Canadá, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Portugal e Reino Unido) e constatou que o nosso risco é baixo.
  • OU É FROUXA Para a mesma Bain & Company, o nível atual de comprometimento de renda, que vem se aproximando de uma zona mais crítica, e a valorização dos imóveis, cujos preços aumentaram com o dobro da velocidade do crescimento da renda familiar, são os itens que mais merecem a atenção do mercado. Ainda assim, se uma bolha viesse a se formar, seria de baixa intensidade.
  • CUSTO IMOBILIÁRIO Para o mercado imobiliário, o Judiciário é um dos itens que integra o chamado “custo Brasil”. O sistema de crédito imobiliário, por exemplo, criado no País em meados da década de 60, acabou inviabilizado pela Justiça, que deixou sem valor a garantia hipotecária. Somente com a criação do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), que em 1997 instituiu a alienação fiduciária de imóveis, esse tipo de crédito voltou a ganhar novo fôlego no País.
  • PREÇO MÉDIO – I De acordo com o Agente Imóvel, o preço médio do metro quadrado da construção, nas maiores cidades brasileiras, ficou em R$ 5.450,00 no mês passado. Os maiores valores foram observados em Brasília (R$ 9.098,00), Rio de Janeiro (R$ 8.158,00) e São Paulo (R$ 6.921,00); os menores, em Porto Alegre (R$ 4.435,00), Salvador (R$ 4.277,00) e Florianópolis (R$ 4.022,00).
  • PREÇO MÉDIO – II Já conforme o índice Fipe Zap, o preço médio do metro quadrado da construção, nas maiores cidades brasileiras, ficou em R$ 6.979,00 no mês de agosto. Os campeões foram Rio de Janeiro (R$ 9.534,00), Brasília (R$ 8.486,00) e São Paulo (R$ 7.451,00); na lanterna ficaram Vitória (R$ 4.266,00), São Bernardo do Campo (R$ 4.158,00) e Vila Velha (R$ 3.697,00).
  • CONVENÇÃO CONDOMINIAL Apesar da convenção ser a lei interna de um condomínio edilício, podem haver nela normas abusivas passíveis de questionamento. Exemplo disso é quando a incorporadora, encarregada por força de lei de, nos prédios novos, elaborar a convenção, institui que as unidades autônomas ficam isentas do pagamento das contribuições condominiais até serem vendidas.