DÉFICIT HABITACIONAL

16 de novembro de 2014

De acordo com um estudo denominado “Políticas Permanentes de Habitação”, encomendado pela Fundação Getúlio Vargas, os próximos governos deverão encarar o desafio de proporcionar domicílio a cerca de 22 milhões de famílias nos próximos dez anos. Desse total, 5 milhões  correspondem ao déficit atual de moradias e 17 milhões ao número de famílias que se formarão até 2024.

ADMINISTRAÇÃO CONDOMINIAL

16 de novembro de 2014

Muitas vezes, os chamados condomínios mistos tem duas administrações: uma para a área residencial e outra para a área comercial. Isso ocorre porque os interesses de moradores e comerciantes são obviamente diferentes, e não raras vezes conflitantes. Todavia, não podem haver duas convenções ou dois síndicos, já que do ponto de vista legal o condomínio é uma só entidade.

GRIFE EM IMÓVEIS

16 de novembro de 2014

Quem pensou que isso não aconteceria no ramo imobiliário, enganou-se. Hoje, já há edifícios com a “assinatura” de arquitetos famosos, que são negociados com preços mais salgados. Ainda não são muitos os compradores que buscam um projeto “assinado”, mas a tendência é que esse mercado se expanda rapidamente. São Paulo, Curitiba e Porto Alegre saíram na frente.

MORADIA BARATA

16 de novembro de 2014

Um método de construção desenvolvido na década de 60, que reduz o tempo e barateia a produção, pode voltar à moda. A técnica consiste em inflar balões, que servem como formas, sobre os quais é despejado concreto. A casa adota, então, o formato de uma cúpula. Pode vir a ser uma boa alternativa para habitações de baixo custo, já que o valor da construção é inferior a R$ 10 mil.

MERCADO MILIONÁRIO

16 de novembro de 2014

Não importa se a economia está em alta ou em baixa, o mercado dos imóveis de luxo na cidade do Rio de Janeiro é sempre animado. Um apartamento com cinco suítes e piscina na varanda, de frente para o mar, na Avenida Vieira Souto, em Ipanema, posto à venda por R$ 70 milhões (o prêmio da mega-sena nesta semana), recebeu proposta um pouco inferior – logo descartada pelo seu proprietário, para desespero do corretor. Condomínio? R$ 23 mil mensais.

VENDAS FINANCIADAS

16 de novembro de 2014

Pesquisa realizada pelo CRECI/SP, mostrou que a quantidade de imóveis usados negociados com financiamento habitacional, na capital paulistana, subiu de 56,56% em janeiro para 67,12% em julho deste ano. Todos os empréstimos foram feitos por instituições financeiras; com exceção de janeiro de 2014, em todos os outros meses a CEF contratou mais que o conjunto dos demais bancos.

AVALIAÇÃO MELHORADA

16 de novembro de 2014

No final da semana passada, o Morgan Stanley elevou a avaliação do Brasil de underweight (desempenho abaixo da média do mercado) para equal-weight (desempenho em linha com a média de mercado). Como se trata da avaliação de um dos maiores bancos privados norte-americanos, não dá para duvidar. A notícia coincide com a melhora nas vendas imobiliárias, a partir do mês de outubro.

FIANÇA SEM ANUÊNCIA

8 de novembro de 2014

Apesar da união estável ser equiparada pela legislação civil ao casamento pelo regime da comunhão parcial de bens, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que é válida a fiança prestada por um dos conviventes sem a anuência do outro, em contrato de locação. Para o STJ, não há como se saber que um fiador não casado convive em união estável com outrem.

O SALE LEASEBACK

8 de novembro de 2014

Bastante comum nos Estados Unidos, uma operação de “sale leaseback” consiste basicamente na compra de uma propriedade por um investidor, com sua concomitante locação ao próprio vendedor – normalmente por um longo prazo e um bom aluguel. Ao inquilino é garantido o direito de recomprar o imóvel, por um preço prefixado. Um modo interessante de alavancar capital.

PRÉDIOS VERDES

8 de novembro de 2014

O Secovi-SP divulgou que o valor total dos imóveis que reivindicam o selo de construção sustentável, atingiu R$ 16,6 bilhões no ano passado. O valor dos projetos registrados visando receber certificações de obra sustentável, os chamados prédios “verdes”, já atinge 10% do total do PIB de edificações no Brasil, conforme estudo realizado pela EY (antiga Ernst & Young).