As regras do financiamento imobiliário mudaram — e muita gente ainda não percebeu. Desde 2 de janeiro, o Minha Casa, Minha Vida ampliou limites e faixas, atingindo diretamente quem compra, vende ou intermedeia imóveis. Isso altera preços, público-alvo e estratégia comercial. O teto dos imóveis subiu, variando conforme o porte do município. Em algumas faixas, já se fala em imóveis de até R$ 500 mil, com juros menores e prazos mais longos. Para quem atua no mercado, isso não é detalhe: é mudança concreta no perfil do cliente. Mas atenção: renda continua sendo o ponto central. Cada faixa tem limites claros, e enquadrar errado pode inviabilizar o negócio depois. Quem domina essas regras sai na frente. Quem ignora, perde venda — ou cria um problema jurídico no futuro.
