Notas do Mercado Imobiliário

  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    CAIXA ELEVA LIMITES PARA FINANCIAMENTOS

    23 de julho de 2016

    Num esforço para acelerar os desembolsos no segundo semestre, contidos no primeiro, a Caixa Econômica Federal dobrou, para R$ 3 milhões, o valor máximo dos imóveis que podem ser financiados. Além disso, a CEF aumentou os limites dos empréstimos via no SFI, para imóveis de valor superior a R$ 750 mil: de 70% para 80% nos imóveis novos, e de 60% para 70% nos usados.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    QUEDA DOS ESTOQUES PODERÁ INFLUIR NOS PREÇOS

    23 de julho de 2016

    Quem adiou o sonho da casa própria por medo da conjuntura político-econômica dos últimos tempos, deve ficar esperto. Como as construtoras diminuíram os investimentos e adiaram lançamentos, houve uma estabilização do número de imóveis novos disponíveis na praça; esse fato, aliado ao leve reaquecimento do mercado nos últimos meses, já fez cair o estoque imobiliário e poderá, no médio prazo, acarretar num aumento dos preços.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    MAIS JOVENS DÃO FÔLEGO AO MERCADO IMOBILIÁRIO

    23 de julho de 2016

    Levantamento realizado pela Caixa Econômica Federal apurou que os consumidores com até 35 anos de idade representavam 44% dos mutuários. Dentro deste público, os casais que adquirem o primeiro imóvel, antes da troca de alianças, têm grande representatividade. Diferentemente do passado, quando era mais comum dar um “jeitinho” e fazer um “puxadinho” no terreno dos pais, hoje os noivos estão preferindo assumir um financiamento imobiliário.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    INQUILINO PRETERIDO NA PREFERÊNCIA GANHA INDENIZAÇÃO

    23 de julho de 2016

    O Superior Tribunal de Justiça manteve a condenação de um locador a pagar a sua locatária uma indenização pela venda do imóvel alugado, antes de encerrado o prazo para o exercício do direito de preferência. A inquilina comprovou que tinha a intenção de adquirir o imóvel, mas teve seu objetivo frustrado pela alienação feita pelo proprietário a um terceiro interessado.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    ACORDOS CONDOMINIAIS QUE GERAM POLÊMICA

    23 de julho de 2016

    Item que merece atenção de síndicos e administradoras de condomínios são os acordos, judiciais ou extrajudiciais, firmados com condôminos inadimplentes. Isso porque, muitas vezes, no afã de receber o valor devido, o condomínio abre mão de juros e de multas previstos na convenção, o que gera, por um lado, tratamento desigual aos condôminos que pagam em dia, e, por outro, um incentivo à inadimplência.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    TABELIÃES E NOTÁRIOS PODEM RESPONDER POR DANOS

    23 de julho de 2016

    Ao julgar um recurso envolvendo a responsabilidade de tabeliães, notários e oficiais de registro público por danos causados a terceiros, o Superior Tribunal de Justiça entendeu que tendo havido delegação de atividade estatal, verifica-se que o desenvolvimento dessa atividade se dá por conta e risco do delegatório; ou seja, tabeliães e notários podem responder por tais danos.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    A PRESTAÇÃO DE EMPRÉSTIMO NO SISTEMA SAC

    23 de julho de 2016

    Muita gente ainda tem dúvidas sobre como são calculadas as prestações no Sistema de Amortização Constante, atualmente utilizado em praticamente todos os mútuos imobiliários. É simples. Você divide o valor financiado pelo número de parcelas para saber o valor fixo mensal; depois, você acrescenta o juro, calculado mensalmente sobre o montante do saldo devedor, que diminui a cada mês. A correção monetária é anual.
  • FacebookTwitterLinkedInGoogle+PinterestGoogle Bookmarks
    A SOLVÊNCIA DOS BANCOS E O MERCADO IMOBILIÁRIO 

    23 de julho de 2016

    Conforme o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central, os bancos brasileiros seriam capazes de absorver até mesmo uma forte queda nos preços de imóveis residenciais, como a que ocorreu em 2008 nos EUA. Segundo o documento, os bancos começariam a sentir algum impacto apenas se os preços caíssem pela metade, o que é praticamente impossível de ocorrer.