No papel, todas as garantias previstas na lei parecem funcionar bem: caução, fiança tradicional, seguro-fiança, até aquelas opções modernas trazidas por startups. Mas, na prática, cada uma tem custo, risco e consequências diferentes, tanto para o locador quanto para o locatário. A caução parece simples, mas tem um limite legal e quase sempre não cobre os prejuízos. A fiança é comum, porém depende de um fiador com patrimônio disposto a colocar o seu nome em jogo. Já o seguro-fiança pode aliviar a relação pessoal, mas costuma ser mais caro. Com tantas alternativas, a pergunta nunca deveria ser “Qual é mais comum?”, e sim: “Qual é a que melhor protege meus interesses?”. Portanto, antes de oferecer ou pedir a garantia, avalie o contexto, o risco e o que está em jogo. Contrato mal pensado hoje vira problema amanhã.
