Foi aprovado pelo Congresso Nacional o Projeto de Lei nº 1.087/25, que muda completamente a forma de tributar lucros e dividendos pagos por empresas e holdings familiares. Agora, os valores distribuídos acima de R$ 50 mil por mês a cada beneficiário sofrerão retenção de até 10% de Imposto de Renda na fonte. Na prática, isso reduz o ganho líquido dos sócios e afeta diretamente o padrão de vida e a capacidade de reinvestimento de quem não se planejar ainda em 2025. A partir de 2026, quem continuar distribuindo lucros sem reestruturação societária poderá sentir um impacto significativo no bolso. Com o fim da isenção dos dividendos, a antiga vantagem fiscal deixa de ser atrativo central. Por isso, reter lucros dentro da pessoa jurídica e reinvesti-los em imóveis, participações ou novas operações empresariais passa a ser uma estratégia inteligente para proteger o capital e adiar o imposto. O momento exige planejamento tributário urgente e assessoria especializada.
