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Notas do Mercado Imobiliário – 29 de setembro a 5 de outubro de 2014

28 de setembro de 2014
  • CHAVE NO SMARTPHONE A rede de hotéis Hilton anunciou um investimento de USD 550 milhões numa nova tecnologia, que permitirá a qualquer hóspede fazer reserva, check-in e abertura da porta do seu quarto utilizando apenas o smartphone. A ideia é que o sistema esteja em funcionamento ainda em 2016. Várias outras cadeias hoteleiras também estão se preparando para adotar processo semelhante.
  • CRISE No mês de agosto, os brasileiros deixaram USD 2,35 bilhões de dólares no Exterior – um pouco menos que em julho, quando o gasto alcançou USD 2,41 bilhões (incluindo a aquisição de imóveis). Foram os dois maiores montantes desde 1947. Já quando o assunto é número de bilionários, São Paulo só perde para Nova Iorque, Moscou, Hong Kong, Londres e Pequim – nessa ordem.
  • PAULICEIA AQUECIDA Pesquisa da Global Property Guide mostrou que, apesar da desaceleração ocorrida nos preços dos imóveis em 2014, São Paulo ainda é o décimo mercado imobiliário mais aquecido do mundo. O levantamento apontou a variação verificada nos preços nos doze meses que foram de 1º de julho de 2013 a 30 de junho deste ano. Para um País em crise, nada mal.
  • COMEÇAR PEQUENO Para quem está chegando agora no mercado imobiliário e não tem muito dinheiro no bolso, nem a possibilidade de recorrer a um grande financiamento, uma boa opção são os imóveis pequenos. Uma quitinete ou mesmo um compacto popular de dois dormitórios, pode se tornar uma ótima moeda de troca no futuro, quando a aquisição de um imóvel maior se tornar viável.
  • CONDOMÍNIO-CLUBE O autor do livro “Tudo o que você precisa saber sobre condomínios”, Márcio Rachkorsky, afirma, com razão, que para as crianças o condomínio-clube é um sonho. Afora todo o lazer que empreendimentos dessa natureza oferecem, as crianças ainda tem a possibilidade de fazer novas amizades, na medida em que esse tipo de condomínio normalmente tem muitas unidades residenciais.
  • CONFORTO TÉRMICO Dicas do imóveisempauta.com.br para um melhor conforto térmico: as fachadas voltadas para o Leste recebem sol pela manhã, enquanto nas direcionadas para o Oeste o sol bate à tarde; entretanto, ambientes voltados para o Oeste costumam ser mais quentes, já que o sol da tarde é mais intenso e deixa o imóvel com temperaturas mais altas durante a noite.
  • NOITES DE INSÔNIA Certidão negativa de ônus expedida pelo Cartório do Registro de Imóveis, e certidões negativas de débitos fornecidas pela Prefeitura Municipal, pelo condomínio, pelas Fazendas Públicas e pelas diversas instâncias do Judiciário, são essenciais para que a compra de um apartamento não acabe em noites de insônia – que nos últimos tempos tem sido mais comuns que o desejável.
  • ATRÁS DOS SOLTEIROS De acordo com o IBGE, cerca de 40% da população brasileira é constituída de pessoas solteiras. Apesar de, nesse número, estarem incluídas crianças e adolescentes, a verdade é que os adultos sem par contam-se aos milhões – e uma boa parte pagando aluguel. De olho nesse público, o mercado imobiliário está retomando a construção de apartamentos compactos, de 25 a 39 metros, para venda e locação.
  • TAXAS DO CRÉDITO IMOBILIÁRIO Levantamento realizado pela Proteste junto a oito bancos, mostra que num financiamento de 30 anos o consumidor pode economizar milhares de reais, se pesquisar bem as taxas de juros antes de contratar um mútuo habitacional. O HSBC é a instituição que tem o menor Custo Efetivo Total (9,57%), ao passo que o Banrisul é o que tem o CET mais elevado (11,53%).

 

Notas do Mercado Imobiliário – 8 a 14 de setembro de 2014

8 de setembro de 2014
  • OPINIÃO DE INVESTIDORES Segundo a Pesquisa Global da Opinião dos Investidores / 2014, realizada pela Franklin Templeton, nada menos que 23% dos investidores brasileiros creem que o mercado imobiliário é a melhor opção de investimento para os próximos 10 anos. Em 2º lugar, com 15%, surge a aplicação em bolsa de valores. Em 3º lugar, estão as commodities não-metálicas e os depósitos de renda fixa, cada um com 12% das respostas.
  • MERCADO SEGUE FORTE A opinião dos investidores pode estar respaldada no ritmo de crescimento do mercado imobiliário – quase sete vezes maior do que o do PIB – e no fato do crédito imobiliário contar com forte apoio estatal. E não se trata de algo de momento. No futuro, por conta do alto déficit habitacional no País (cerca de 7 milhões de moradias), o ramo dos imóveis deverá continuar liderando.
  • AMERICANA NO BRASIL A incorporadora norte-americana Related está chegando ao País com uma ambição: tornar-se uma das maiores empresas do ramo, em apenas três anos. Prevendo investimentos na ordem de um bilhão de dólares no próximo triênio, a Related terá como foco o Nordeste brasileiro. Outras companhias americanas e também europeias estão de olho no nosso mercado.
  • OS MELHORES GAÚCHOS O CRECI-RS, em parceria com o Pense Imóveis, premiou as imobiliárias e os corretores que se mais destacaram no mercado imobiliário gaúcho no ano de 2013. O 1º Prêmio CRECI-RS foi entregue no final de agosto às imobiliárias Master Imóveis, Ducati, One Imóveis de Luxo e Nilo Imóveis, e aos corretores Laerson Kunzler, Rozely Athayde, Cristine Vieiro e Luiz Cesar da Silva.
  • VALORIZAÇÃO SUPERA INFLAÇÃO De acordo com o índice FipeZap Ampliado, o valor de mercado dos imóveis residenciais teve uma alta média de 3,49% nas dezesseis cidades brasileiras pesquisadas. Nos últimos doze meses, o aumento acumulado é de 10,90%. O índice é calculado pela Fundação Instituto de Pesquisa Econômica em parceria com o portal Zap Imóveis, e está baseado nas ofertas publicadas.
  • REGISTROS ON LINE A mesma lei que criou o Programa Minha Casa, Minha Vida (11.977/09), também determinou que até julho de 2014 todos os ofícios imobiliários deveriam estar disponíveis na internet. O sistema permitiria, entre outras coisas, o registro eletrônico, a solicitação de certidões e a visualização das matrículas dos imóveis, facilitando a vida dos brasileiros. Ainda está no papel.
  • A META É R$ 140 BI A Caixa Econômica Federal, que detém mais de 2/3 do mercado de crédito imobiliário, prevê um crescimento mensal de R$ 12,5 bilhões até o final do ano. A meta da CEF é encerrar 2014 com R$ 140 bilhões em operações de mútuo habitacional. Atualmente, esse mercado já representa cerca de 9% do Produto Interno Bruto (PIB) – um aumento de 400% em relação ao início do século.
  • CRÉDITO EM ALTA A ABECIP divulgou que o volume de empréstimos para aquisição e construção de imóveis no País somou R$ 10,4 bilhões em julho – uma elevação de 4,3% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 14,1% na comparação com junho de 2014. No acumulado dos primeiros sete meses do ano, foram financiados R$ 63,6 bilhões, um resultado 6,7% superior ao de igual período de 2013. Os números consideram apenas os recursos originados no SBPE.
  • RICO TAMBÉM QUER A busca de crédito por parte de pessoas de alta renda também tem aumentado nos últimos tempos. Levantamento feito por uma grande imobiliária paulista, registrou que entre 2009 e 2013 houve um aumento de 686% na quantidade de financiamentos de imóveis acima de R$ 1 milhão. Considerando os valores totais negociados, o crescimento foi de 1.362% no mesmo período.

 

Notas do Mercado Imobiliário – 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2014

26 de Janeiro de 2014
  • CRÉDITO RECORDE O crédito imobiliário no Brasil bateu um novo recorde, fechando o ano de 2013 com quase R$ 110 bilhões em financiamentos concedidos – um avanço de 32% em relação ao ano anterior. A Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, que inicialmente previra um aumento de apenas 15%, agora acredita que o volume de empréstimos deverá dobrar em cinco anos.
  • MEIO MILHÃO DE MÚTUOS Apesar do valor destinado ao crédito imobiliário ter crescido quase 1/3 em 2013, na comparação com o ano anterior, o número de imóveis financiados não aumentou na mesma proporção: foram somente 18% a mais (cerca de 530 mil no ano passado, contra aproximadamente 450 mil em 2012). A maior parte dos recursos – quase R$ 77 bilhões -, foi para a aquisição da casa própria,
  • ALTA MODERADA De acordo com a Federação Nacional dos Corretores de Imóveis, a expectativa da entidade é que haja uma desaceleração nos valores dos imóveis em 2014, embora os preços devam continuar subindo diante da demanda e da inflação, que se mantêm. A FNCI estima que este ano os imóveis devam se valorizar em torno de 8%, na média.
  • CASA EM 3D Uma universidade norte-americana, no estado da Califórnia, noticiou que está desenvolvendo uma impressora 3D gigante, com patrocínio da NASA, capaz de construir toda uma casa. Usando uma tecnologia denominada Contour Crafting, o equipamento poderia levantar um imóvel com mais de 230 m² em apenas 20 horas de trabalho. Pode parecer ficção, mas não é.
  • PREFERÊNCIAS MILIARDÁRIAS Levantamento mostra quais os lugares do mundo preferidos pelos grandes milionários. Os norte-americanos estariam inclinados a investir mais no seu próprio país, com destaque para as cidades de Miami, Los Angeles, São Francisco e Nova Iorque. Os europeus diversificam mais, apostando no seu continente, nos EUA, Caribe e Canadá. Os latinos, é claro, optam pelos EUA.
  • AJUDA NOS NEGÓCIOS Para os expertos em marketing digital, o Facebook poderá se tornar o principal canal de relacionamento do corretor de imóveis com o público. Para isso, ele deverá construir, na página do seu perfil, uma boa comunicação com seus amigos virtuais, fazendo com que eles “curtam” o modo com que o profissional interage na rede social. Regra principal: nada de anúncios.
  • CORRETORES ON LINE Cresce a cada dia o número de corretores contratados para trabalhar on line, isto é, para dar atendimento através do computador. Os requisitos para a função, válidos para todas as empresas, são: bons conhecimentos em informática, afinidade com softwares de mensagens instantâneas, raciocínio lógico e rápido e disponibilidade de tempo.
  • NORMAS DA CORRETAGEM Muito mais do que às normas contidas na Lei nº 6.530/78, que regulamentou a profissão, os corretores de imóveis precisam ficar bem atentos aos artigos 722 a 729 do novo Código Civil, em vigor desde 11 de janeiro de 2003. Tais artigos passaram a reger o contrato de corretagem e a disciplinar de modo direto os direitos e deveres das partes envolvidas nesse tipo de negócio.
  • QUEBRA DE CONTRATOS Por conta dos atrasos verificados na entrega de obras, em 2013 aumentou exponencialmente o número de ações judiciais pedindo rescisão de contrato, envolvendo imóveis na planta. Apesar dos processos comprometerem uma quantidade significativa de imóveis, o mercado avalia que não há risco de ocorrer um excesso de oferta quando as incorporadoras os recolocarem à venda.

Notas do Mercado Imobiliário – 20 a 26 de janeiro de 2014

19 de Janeiro de 2014
  • AUMENTO DAS VENDAS Segundo o Sindicato da Habitação de São Paulo, as vendas de imóveis residenciais novos, cresceu 28% em fins de 2013. Para o Secovi, a procura por esse tipo de imóvel é consequência da boa oferta de crédito habitacional, com os bancos privados aumentando sua participação nesse nicho. Os apartamentos de dois dormitórios continuam liderando as vendas.
  • MAIS FINANCIAMENTOS Para a Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, a oferta de crédito imobiliário em 2014 deve ser 20% superior a do ano passado. A Abecip estima que o montante destinado pelos bancos oficiais e particulares à aquisição de bens imóveis, supere facilmente a casa dos R$ 100 bilhões, atingida em 2013.
  • CONFIANÇA DE COMPRADOR Os compradores de imóveis estavam 6,1% mais confiantes no final do ano passado, em relação ao mês anterior, de acordo com uma pesquisa efetuada pela Lopes. Também quanto à intenção de compra futura, houve um aumento de 6% – o maior já detectado para um mês de dezembro, desde 2009. Mais de 2/3 dos entrevistados disseram que a intenção de adquirir um imóvel deve aumentar nos próximos 6 meses.
  • SEM IMPOSTO DE RENDA As situações em que não há incidência do Imposto de Renda na venda de imóveis, são as seguintes: I) Alienação do único imóvel, com preço não superior a R$ 440 mil, contanto que o proprietário não tenha feito nenhuma outra venda nos últimos 5 anos; II) Alienação de imóvel residencial, desde que o proprietário, no prazo de 180 dias, invista o valor recebido na aquisição de outro imóvel residencial; III) Imóvel de valor inferior a R$ 35.000,00.
  • NOVOS NO MERCADO Por conta da grande expansão do mercado imobiliário, observada nos últimos anos, muita gente decidiu trabalhar no ramo como construtor, corretor ou mesmo investidor. Porém, como acontece em todos os setores da economia, o imobiliário também tem lá suas armadilhas e estratagemas. Quem não se preparar adequadamente para enfrentá-los, pode ter sérios problemas.
  • SEXO “FRÁGIL” Conforme o Conselho Federal dos Corretores de Imóveis (Cofeci), aproxima-se de cem mil o número de mulheres trabalhando como corretoras imobiliárias no País. Nenhuma surpresa. Segundo o IBGE, o sexo feminino já representa 51,5% da população brasileira e sua participação no mercado de trabalho cresce a olhos vistos, devendo superar o sexo masculino em poucos anos.
  • RENEGOCIAÇÃO DE JURO Renegociar o juro de financiamento habitacional não só é possível como aconselhável, afirmam entidades de defesa do consumidor. Para elas, mesmo uma pequena redução, de meio por cento, na taxa anual contratada pode representar um valor substancial em empréstimos com prazo superior a dez anos. Cabe ao mutuário verificar se algum banco oferece juro mais competitivo.
  • MELHORES CRÉDITOS De acordo com o Idec, um instituto de defesa dos consumidores, os melhores bancos para a contratação de crédito imobiliário são o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Itaú Unibanco, nesta ordem. Bradesco e HSBC ficaram em posição intermediária. Em último lugar, dentre os seis agentes financeiros analisados, ficou o Santander.
  • MORAR DE ALUGUEL Outra associação de consumidores, a Proteste, divulgou levantamento mostrando que 99% dos inquilinos não tem condição de comprar um imóvel, apesar de terem essa intenção. O 1% restante mora de aluguel porque quer, pois tem situação financeira para adquirir uma residência. A maior parte dos locatários compromete de 26% a 50% do seu orçamento com essa despesa.

 

Notas do Mercado Imobiliário – 13 a 19 de janeiro de 2014

12 de Janeiro de 2014
  • MERCADO OTIMISTA Em 2013, a valorização imobiliária superou de longe a inflação medida pelo IGP-M (5,51%), e em 2014 a expectativa é que o mesmo fato se repita. Animam os empreendedores o crescimento da renda da população e o baixo nível de desemprego, além do fato de vivenciarmos um ano eleitoral. Além disso, hoje os estoques de imóveis novos são inferiores aos de um ano atrás.
  • CRÉDITO IMOBILIÁRIO De acordo com o Banco Central, o crédito imobiliário no País, até o mês de novembro de 2013, já havia alcançado a casa dos R$ 333 bilhões. Apenas nos primeiros 11 meses do ano passado, os empréstimos montaram R$ 99 bilhões – um aumento de 31% na comparação com igual período de 2012. Para 2014, a previsão é que esse tipo de crédito continue crescendo acima da média.
  • EMPRÉSTIMOS FACILITADOS As mudanças introduzidas no crédito imobiliário na última década, facilitaram a expansão do mercado de imóveis. A renda mínima exigida para a contratação de um mútuo imobiliário, por exemplo, foi reduzida ao longo dos anos; em 2005, era necessária uma renda familiar de pelo menos quinze salários mínimos, exigência essa que caiu atualmente para cinco salários.
  • POUPANÇA RECORDE A poupança encerrou o ano de 2013 com 42,9% a mais de recursos que em 2012. Apenas no último mês de dezembro, houve uma captação positiva de R$ 11,2 bilhões, o maior valor mensal desde 1995. Como não existe no horizonte nenhum sinal que a poupança poderá sofrer qualquer espécie de retração em 2014, dinheiro não deverá faltar para financiar o mercado imobiliário via SFH.
  • IMÓVEIS EM ALTA Segundo o índice FipeZap, os preços dos imóveis prontos tiveram uma alta média de 13,7%, em 2013, nas principais cidades. Apesar do crescimento ter sido um pouco menor que em 2012, os analistas avaliam positivamente a performance do mercado, principalmente porque uma boa parte do aumento ocorreu no segundo semestre do ano passado, devendo repercutir em 2014.
  • ESTAMOS EM 7º Conforme a Knight Frank, consultoria imobiliária londrina, o Brasil é o sétimo país do mundo onde os imóveis tiveram a maior valorização anual. Entre os dez primeiros, estamos atrás de Dubai, China, Hong Kong, Taiwan, Indonésia e Turquia, e na frente da Colômbia, Alemanha e Estados Unidos – nessa ordem. Os preços das residências nos países estudados já seriam 4% maiores que o pico, verificado em 2008.
  • LIMITE DOS JUROS O Banco Central fixou em 12,6726% ao ano a taxa máxima de juros para uso, em janeiro, nos contratos de financiamentos imobiliários prefixados do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). É uma consequência da remuneração básica dos depósitos de poupança ter sido estipulada em 0,6005% para o mesmo mês. O mercado estima que essas taxas não devem variar no curto prazo.
  • ENDIVIDAMENTO DAS FAMÍLIAS O endividamento dos brasileiros com o sistema financeiro nacional atingiu um novo patamar, alcançando 45,38% da renda no mês de outubro de 2013 – recorde da série histórica iniciada pelo Banco Central em 2005. Todavia, quando abatidos os débitos de natureza imobiliária, que também representam um investimento, esse endividamento de reduz em um terço, caindo a 30,08%.
  • DIVERGÊNCIA DIRIMIDA A Receita Federal, através da Solução de Divergência nº 39, acaba de reconhecer que as incorporadoras imobiliárias, se optantes pelo regime de tributação do lucro presumido, e com vistas ao pagamento do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido, podem reconhecer sua receita pelo regime de caixa ou de competência.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 11 a 17 de novembro

10 de novembro de 2013
  • FUNDOS IMOBILIÁRIOS Quem pretende investir em um fundo imobiliário, precisa verificar qual a sua liquidez e a média dos rendimentos pagos no último ano. A primeira informação apontará o grau de dificuldade no resgate da aplicação e a segunda dirá qual a renda mensal que o fundo (provavelmente) pagará no futuro. Como sempre, as melhores taxas são encontradas nas aplicações mais arriscadas.
  • PATRIMÔNIO QUITADO Pois ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos brasileiros é boa de poupança. Ao menos no que diz respeito à casa própria. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE) mostra que mais de 70% dos domicílios próprios existentes no País já foram pagos pelos seus proprietários. Um cenário indicativo de desenvolvimento econômico.
  • CRESCIMENTO GARANTIDO Para os economistas, a demanda por imóveis seguirá em escala ascendente. Baixo desemprego, rendimentos em alta, um crescente número de consumidores e crédito disponível garantirão a expansão do mercado imobiliário nos próximos anos, sem qualquer risco de bolha imobiliária. Uma conclusão bem posta, se mantidas as suas premissas.
  • DESCRENTES DA INTERNET É claro que ninguém – ao menos ninguém de sã consciência – compra um imóvel pela internet. Porém, há dados mostrando que um significativo número de transações imobiliárias tem origem on line. Como esse número aumenta a olhos vistos, é espantoso que ainda existam intermediários que não tem e-mail ou não abram seu correio eletrônico. Equivale a não ter telefone ou ter e não atendê-lo.
  • CUIDADO COM AS SIGLAS Muita gente boa ainda comete sérios enganos na hora de explicar o significado de algumas siglas muito utilizadas no mercado imobiliário, fato que tende a comprometer a credibilidade do corretor ou da imobiliária. Um dos erros mais comuns é com o INCC, apurado pela Fundação Getúlio Vargas, que significa Índice Nacional de Custo da Construção e não Índice Nacional da Construção Civil.
  • VALIDADE DE PROCURAÇÃO Alguns bancos exigem que os mandatos outorgados por instrumentos públicos a procuradores encarregados de vender ou comprar imóveis, sejam refeitos anualmente, ou até mesmo em menor prazo. É exigência sem base legal. Quando muito, pode-se exigir do mandatário um documento passado pelo tabelionato onde a procuração foi lavrada, confirmando sua validade.
  • JUDICIÁRIO EM CHEQUE Mais de dois terços dos executivos – incluindo os imobiliários – ouvidos na pesquisa Panorama Global dos Negócios, disseram estar otimistas com a nossa economia, mas pessimistas com o Judiciário brasileiro. Eles consideram nossa Justiça um fator de risco significante ou muito significante, devido às incertezas que existem sobre os procedimentos legais e à ruindade dos julgamentos.
  • RESPONSABILIDADE CIVIL Aliás, o Judiciário vem decidindo que corretores e imobiliárias são solidariamente responsáveis com as incorporadoras e construtoras pelas perdas e danos devidos a compradores. Atraso na entrega das chaves e defeitos nos imóveis são os problemas que mais têm gerado indenizações. Aí está outro fator de preocupação para os intermediários.
  • ABONO CONDOMINIAL A discussão sobre a validade do abono pontualidade na cobrança de despesas condominiais, vem sendo resolvida positivamente pelos tribunais. Até o próprio Superior Tribunal de Justiça recentemente admitiu que o desconto concedido a condôminos, para o pagamento antecipado de quotas condominiais, não pode ser encarado como multa disfarçada, mas sim como um estímulo à quitação antecipada.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 4 a 10 de novembro

3 de novembro de 2013
  • MÃO DE OBRA De acordo com a CBIC, entre os anos de 2006 e 2012, dobrou o número de pessoas contratadas pela indústria da construção civil com carteira assinada, chegando a 3 milhões de trabalhadores. No período de 2007 a 2012, os empregados do setor tiveram um aumento médio de 66% na sua remuneração; os salários dos mestres de obras tiveram o maior crescimento: 81%.
  • NEGÓCIO SEGURO Para os investidores, a segurança do negócio é o item mais importante quando optam por aplicar no mercado imobiliário. Logo após, vem a expectativa de rentabilidade e o aumento do patrimônio pessoal. Dois terços dos entrevistados em pesquisa efetuada pela Lopes, disseram que pretendem adquirir dois ou três imóveis como investimento durante a vida.
  • DÍVIDAS CONDOMINIAIS Quem compra uma unidade autônoma num edifício, passa automaticamente a integrar o respectivo condomínio. Nessa condição, também fica responsável pelo pagamento proporcional de eventuais dívidas que o condomínio haja assumido – especialmente as de origem trabalhista -, mesmo que anteriormente à aquisição. Um exame da contabilidade condominial esclarece a questão.
  • DINÂMICA DAS LOCAÇÕES A estrutura das sociedades está em grande mutação, com a geografia familiar sofrendo profundas alterações. Como as moradias passaram a ser espaços compartilhados por diferentes tipos de famílias e precisam respeitar essa nova forma de vida em grupo, o mercado de locações deverá ser mais dinâmico no futuro, até mesmo em virtude da maior mobilidade das pessoas.
  • MAIS POUPANÇA Contrariando as previsões, a diferença entre depósitos e saques na poupança, em setembro, foi positiva em mais de R$ 5 bilhões. Foi o melhor resultado para o mesmo mês nos últimos 19 anos. Como o dinheiro da poupança é a principal fonte de recursos do crédito imobiliário, e até pouco tempo atrás os empréstimos superavam de longe as captações, muito economistas previam que já em 2014 faltaria dinheiro para o crédito imobiliário. Erraram. Vai sobrar grana.
  • CRÉDITO FIRME Nos primeiros nove meses de 2013, o crédito imobiliário com recursos da poupança (SBPE) já chegou perto dos R$ 80 bilhões, financiando a transação de aproximadamente 390.000 imóveis por todo o País. Isso significa 35% a mais em dinheiro e 16,5% a mais em imóveis que em 2012. Pleno emprego e renda em alta continuarão a impulsionar essa modalidade de mútuo durante os próximos anos.
  • PATRIMÔNIO DE AFETAÇÃO Tramita na Câmara dos Deputados projeto de lei que altera normas para as incorporações imobiliárias, tornando obrigatório, para certas empresas, o uso do patrimônio de afetação. Por esse sistema, os bens relacionados ao empreendimento a ser construído são separados do patrimônio da incorporadora, tornando as transações mais seguras para os compradores. Atualmente, a utilização do patrimônio de afetação é facultativa.
  • HAJA IMÓVEL De acordo com pesquisa do Instituto Data Popular, oito em cada dez famílias brasileiras, ou cerca de 8 milhões de pessoas, pretendem comprar um imóvel nos próximos dois anos. Não foi a toa que o volume de empréstimos para compra e construção de imóveis com recursos da poupança somou R$ 9,16 bilhões em setembro, 32% a mais que em setembro do ano passado.
  • PREMIAÇÃO GAÚCHA O CRECI do Rio Grande do Sul, em parceria com o portal Pense Imóveis, lançou premiação destinada a reconhecer os destaques do mercado regional, entre corretores de imóveis e imobiliárias. Com o patrocínio da Melnick Even, Nex Group e Rossi, mais o apoio da FGV e da Decision Business School, serão premiadas nove categorias, em 27 de agosto de 2014.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 28 de outubro a 3 de novembro

27 de outubro de 2013
  • USADOS EM ALTA Após dois meses de queda, as vendas de imóveis usados na cidade de São Paulo avançaram 28,2% em agosto, ante o mês de julho. No acumulado de janeiro a agosto, a alta foi de 53,5%.Cerca de metade das transações foram realizadas à vista e a outra metade através de financiamentos. Nos últimos doze meses, os preços desses imóveis subiram aproximadamente 15%.
  • LANÇAMENTOS EM BAIXA Já no Rio de Janeiro, o número de lançamentos teve um recuo de 30% no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2012, dando sinais de estabilidade. Computando-se os meses de janeiro até setembro, foi registrada uma queda de 9% ante o ano passado, apesar do Valor Geral Lançado (VGL) ter mostrado um crescimento de 8%.
  • SALAS EM DESTAQUE Depois do boom dos imóveis residenciais, parece ter chegado a vez das salas destinadas a escritórios e consultórios. Nas capitais do Sul e do Sudeste, boa parte dos grandes lançamentos já está direcionada para esse tipo de imóvel – que vem fazendo falta ao mercado. Os grandes jornais e a internet estão aí para comprovar. Claro que aqui o público é outro, onde o financiamento bancário é secundário.
  • PASSOU DO MILHÃO Conforme o oitavo balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC-2), o Programa Minha Casa, Minha Vida – Fase 1 entregou 1.320.000 casas até o mês de agosto de 2013, beneficiando cerca de 4.600.000 brasileiros. Foram 461.000 moradias na região Sudeste, 325.000 no Nordeste, 320.000 no Sul, 162.000 no Centro-Oeste e 51.000 no Norte.
  • IPTU x ITBI A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que o valor adotado pelo município para apuração do Imposto Predial e Territorial Urbano, não serve para o cálculo do Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis. A polêmica surgiu quando o Tribunal de Justiça de São Paulo entendeu que o valor usado no ITBI não poderia ser diferente do utilizado para fins de IPTU.
  • SONHO BRASILEIRO Pesquisa levada a cabo em 27 capitais, indica que 30% dos brasileiros sonha adquirir a casa própria ou ao menos reformar e mobiliar a moradia já existente. Em relação à expectativa de realizar esse sonho, nada menos que 93% dos entrevistados mostraram-se otimistas. O levantamento também mostrou que, para 40% do público, a publicidade desperta o desejo de consumo.
  • BOLHA, AGAIN Como normalmente ocorre no mundo da economia, quando alguém afirma uma coisa, logo surge outro projetando o contrário. Agora, é o conhecido Richard Rytenband quem desdiz o Prêmio Nobel Robert Shiller, afirmando não só que o surgimento de uma bolha imobiliária no Brasil é inviável, como se o problema acontecesse seria uma boa oportunidade para os investidores se alavancarem.
  • AS MAIS CARAS Brasília, Rio de Janeiro, Salvador e Balneário Camboriú estão entre as 100 cidades mais caras do mundo, quando o assunto são valores imobiliários. Entretanto, nossa Capital Federal, a cidade mais cara do Brasil, ainda é duas vezes e meia mais barata do que Rabat, no Marrocos, a mais cara do mundo. E nenhuma das nossas cidades está entre as vinte com os preços mais salgados.
  • PATRIMÔNIO QUITADO Pois ao contrário do que muita gente pensa, a maioria dos brasileiros é boa de poupança. Ao menos no que diz respeito à casa própria. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do IBGE, mostrou que mais de 70% dos domicílios próprios existentes no País já foram pagos pelos seus proprietários. Um cenário indicativo de desenvolvimento econômico.

 

 

 

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 21 a 27 de outubro

20 de outubro de 2013
  • VENDAS EM DECLÍNIO Embora as vendas de imóveis novos tenham crescido em 2013 no Rio de Janeiro e em São Paulo, em outras sete capitais brasileiras a tendência foi inversa. Isso seria um reflexo da mudança de estratégia adotada pelas maiores construtoras brasileiras, que após terem feito muitos lançamentos em diversas partes do País, agora estão voltando a focar nos mercados carioca e paulista.
  • RESIDÊNCIAS EM ASCENSÃO Foram as operações com residências que fizeram São Paulo e Rio de Janeiro registrar alta de 40% e 8%, respectivamente, nas vendas de imóveis novos, na comparação entre os primeiros semestres de 2012 e 2013. Na outra ponta, Ceará (32%), Minas Gerais (16%) e Goiás e Pernambuco (9%), registraram as retrações mais acentuadas em todo o País.
  • BOLHA IMOBILIÁRIA O tema voltou novamente à baila depois que o Prêmio Nobel de Economia, Robert Shiller, avaliou que poderia haver uma bolha imobiliária em formação no País. Porém, o crédito imobiliário no Brasil representa apenas 7,5% do PIB e o crescimento dos preços dos imóveis, nos últimos cinco anos, é consequência de um mercado estagnado há muito tempo, aliado ao crescimento da renda da população e ao déficit habitacional. Podemos dormir tranquilos.
  • NOVO PMCMV O Governo Federal está programando o lançamento da terceira fase do Programa Minha Casa, Minha Vida para 2015, a ser executado depois das eleições presidenciais de 2014. Na primeira fase, foram contratadas 1.000.000 de moradias e agora, na segunda fase, há a previsão de mais 2.750.000 casas próprias. No total, o PMCMV já contratou 2,9 milhões imóveis até hoje.
  • SUDESTE MAIS CARO De acordo com os últimos dados divulgados pelo IBGE, a região brasileira onde a construção custou mais caro, no mês de setembro, foi a Sudeste. Em seguida, vieram as regiões Sul, Norte e Centro-Oeste. O Nordeste foi a região mais barata. Apesar disso, na comparação com o mês de agosto, os preços subiram mais no Norte e menos no Centro-Oeste.
  • MAIORES VALORIZAÇÕES Segundo o Agente Imóvel, Curitiba (22%) e Rio de Janeiro (20%) foram as capitais brasileiras onde o preço do metro quadrado dos imóveis residenciais usados mais se valorizou nos últimos doze meses. Em seguida, vem as cidades de Porto Alegre (14%), São Paulo (12%) e Brasília (10%). O metro quadrado mais caro está na Capital Federal, com a média de R$ 9.111,00.
  • MANTRA MUNDIAL Não importa se o mercado está aquecido ou desaquecido, os investidores sempre estão atrás dos bons imóveis. Não por outro motivo, construtoras e incorporadoras buscam respeitar em seus empreendimentos o mundialmente famoso mantra: ponto, projeto e preço. Afinal de contas, são os famosos “3P” que determinam a liquidez e o lucro na revenda de um imóvel e o valor da sua locação.
  • COMPACTOS SÃO MAIORIA Conforme o Secovi-SP, os apartamentos compactos – assim considerados aqueles com até 65 metros quadrados – foram os mais negociados em São Paulo, no primeiro semestre. As transações envolvendo esse tipo de imóvel, representaram quase dois terços de todas as negociações ocorridas na capital paulista. Uma clara comprovação de que o preço ainda é o maior estímulo à compra.
  • DIVÓRCIO COM IMÓVEL Muitos casais que só tem um imóvel quando se divorciam ou se separam, acreditam que basta o Judiciário atribuir o bem a um ou a outro cônjuge para que ele passe automaticamente a pertencer ao favorecido. Não é verdade. Para que isso aconteça, é necessário o pagamento do imposto de transmissão e o encaminhamento da decisão judicial a registro no Ofício Imobiliário.

Notas do Mercado Imobiliário – semana de 14 a 20 de outubro

13 de outubro de 2013
  • DESTAQUE PARA 1D Pesquisa da Embraesp e do Secovi-SP mostra que a participação percentual dos apartamentos de um dormitório, no total de unidades vendidas em São Paulo, no período janeiro a agosto, subiu de 9,5% em 2012 para 24,7% em 2013. Isso que o preço do metro quadrado das melhores economias desse tipo (R$ 11.445,00) é 40% superior à média da cidade (R$ 8.159,00).
  • INVESTIDORES NAS COMPRAS Uma das explicações para a boa aceitação pelo mercado, de unidades com um dormitório, é a grande participação de investidores na compra desses apartamentos, para fins de aluguel. Assim como em São Paulo, apartamentos pequenos, salas comerciais e lojas são o alvo preferido de locadores na maioria das regiões brasileiras.
  • REDUÇÃO DE ÁREAS Não surpreende que levantamento realizado aponte que o tamanho médio de um apartamento paulistano tenha passado de 110 m² em 2006 para 71,6 m². É que, com a alta do preço do metro quadrado verificada nos últimos anos, uma das saídas encontradas pelas construtoras para manter os preços sob (algum) controle, foi a redução das áreas das economias.
  • MERCADO DO LUXO Apesar do crescimento da economia estar aquém das expectativas, o mercado de luxo segue em alta. As vendas nesse segmento devem crescer cerca de 12% em 2013, puxadas pelo crescimento da riqueza no País. Dentre os produtos luxuosos com melhor aceitação, estão os imóveis diferenciados situados em bairros nobres das capitais.
  • VENDAS CRESCENTES Resultado surpreendente foi o volume das vendas dos lançamentos residenciais em São Paulo, no mês de agosto: nada menos que o terceiro maior da história – uma alta de 86% na comparação com 2012. Também no acumulado de 2013, as vendas já aumentaram 46% em relação ao mesmo período do ano passado.
  • REGRAS DO FGTS Quem pretende usar recursos do FGTS para a aquisição de uma moradia, já de olho no novo teto, precisa se enquadrar em três regras básicas: não pode ter nenhum financiamento imobiliário em qualquer lugar do País, não pode ser proprietário de outro imóvel residencial no mesmo município (ou região metropolitana), e deve estar trabalhando há mais de três anos, com carteira assinada, sob o regime do FGTS.
  • USO DO FUNDO Ainda sobre o FGTS: o participante pode usar o saldo existente na sua conta para pagar total ou parcialmente o preço de um imóvel residencial, pronto ou em construção; para diminuir o valor das prestações de um financiamento ou consórcio imobiliário, e para amortizar ou quitar o saldo devedor de um mútuo ou consórcio habitacional.
  • CERTIDÃO DE MATRÍCULA Não pode haver nenhuma dúvida que a certidão da matrícula do imóvel, com negativa de ônus (válida por 30 dias), expedida pelo Registro Imobiliário competente, é o mais essencial de todos os documentos necessários à segurança de uma operação de compra e venda. Ele é o único que pode demonstrar qual a verdadeira situação jurídica atualizada do imóvel.
  • PMCMV EM ALTA O número de imóveis contratados entre janeiro e agosto deste ano, com recursos do Minha Casa, Minha Vida, alcançou 620.910. De acordo com a Caixa Econômica Federal, o programa encerrará 2013 com um resultado melhor que o alcançado em 2012, quando foram contratadas 818.331 moradias. Segundo o Governo Federal, 2014 será ainda melhor.