CAIXA DIZ QUE VAI PRIORIZAR FINANCIAMENTO HABITACIONAL

7 de Abril de 2018

O novo presidente da Caixa Econômica Federal disse que existe um grande espaço para a expansão do crédito habitacional, uma vez que a carteira total da CEF não alcança o equivalente a 10% do produto interno bruto brasileiro. Ele informou que o orçamento da Caixa para financiamento de imóveis em 2018 alcança 82 bilhões de reais.

BANCOS REDUZEM JUROS NOS FINANCIAMENTOS IMOBILIÁRIOS

7 de Abril de 2018

Financiar um imóvel começa a ficar mais barato. Isso porque uma disputa entre bancos por esse mercado está levando à redução dos juros cobrados para a concessão de crédito imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Atualmente, dos cinco principais bancos do país –Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander –, apenas a Caixa ainda tem taxa de financiamento superior a 10%, mas que está prestes a diminuir.

INADIMPLÊNCIA ANTERIOR NÃO INVIABILIZA NOVO MÚTUO

1 de Abril de 2018

Apesar dos financiamentos habitacionais serem qualificados como produtos, fica a critério das instituições financeiras escolher a quem elas vão emprestar e sob quais condições. Apesar do empréstimo não poder ser negado apenas porque o mutuário já teve um contrato liquidado por execução forçada, a razão da não concessão de um mútuo imobiliário poderá estar vinculada à pontuação interna do consumidor no banco financiador.

RECEITA QUER MAIS INFORMAÇÕES SOBRE IMÓVEIS DECLARADOS

1 de Abril de 2018

A Receita Federal, na busca por combater a sonegação, passou a exigir mais dados dos contribuintes na declaração do Imposto de Renda para 2018. A partir deste ano, há novos campos a serem preenchidos, como os que pedem os números das matrículas dos imóveis declarados. Este ano será considerado um teste e, por isso, o fornecimento de tais dados será opcional.

CONTAS INATIVAS DO FGTS FORAM USADAS PARA COMPRAR IMÓVEIS

1 de Abril de 2018

A maior parte dos recursos sacados das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço foi destinada à compra de imóveis, segundo relatório emitido pelo Banco Central. O BC conseguiu mapear o destino de R$ 13,055 bilhões, representando cerca de 30% dos recursos sacados (R$ 44,3 bilhões), concluindo que, do total analisado, 40,5% foram destinados à aquisição de imóveis.

BUSCAS POR MICROAPARTAMENTOS CRESCEM NO PAÍS

1 de Abril de 2018

Tamanho não é documento quando o assunto é a procura por um novo imóvel. As buscas pelos microapartamentos, de 10 a 35 metros quadrados, cresceram 16 vezes em 2017 em relação ao ano anterior. Essas microrresidências já representam 13% das pesquisas gerais. Tais números indicam um movimento do mercado, cada vez mais preocupado em oferecer modelos de residência e faixas de preços diversificados para atender novos públicos.

CASA FEITA EM IMPRESSORA 3D FICA PRONTA EM 48 HORAS

1 de Abril de 2018

Uma ONG sem fins lucrativos e uma construtora juntaram seus conhecimentos para criar um protótipo de imóvel cujo projeto servirá para erguer casas para a população pobre em países subdesenvolvidos. As empresas conseguiram construir uma casa de concreto de 35 m² no prazo de 48 horas no Texas. A meta final é construir uma versão de 60 m² e reduzir substancialmente os custos de produção, que atualmente gira em torno de US$ 33 mil a unidade.

ERROS QUE VOCÊ NÃO PODE COMETER AO COMPRAR UM IMÓVEL

23 de Março de 2018

Comprar um imóvel não é uma tarefa fácil. Exige planejamento, economia de dinheiro e, principalmente, atenção aos detalhes para se fazer um bom negócio. Por isto, é essencial contar com ajuda especializada, não negligenciar aspectos legais e documentação, considerar o impacto do preço e da forma de pagamento no seu orçamento, verificar o estado de conservação do imóvel e analisar a situação do mercado na época da aquisição.

IR 2018: VEJA QUANDO É PRECISO ATUALIZAR O VALOR DOS IMÓVEIS

23 de Março de 2018

Ao fazer a declaração de bens ao Imposto de Renda, muitos contribuintes ficam sem saber se devem ou não atualizar os valores dos imóveis informados à Receita Federal.  A resposta é negativa, pois não há qualquer previsão legal para atualização do custo de aquisição de um imóvel pelo seu preço de mercado, nem por qualquer índice que apure a inflação. O valor de um imóvel declarado só pode ser acrescido quando houver despesas comprovadas com construção, ampliação, reforma ou benfeitorias.